É com grande prazer que dou início à primeira resenha do blog Vírgula & Aspas com a obra Os Miseráveis, de Vitor Hugo. Infelizmente, ainda não tive a oportunidade de ler o livro completo, pois este é uma versão adaptada por Walcyr Carrasco que, apesar de possuir apenas poucas páginas, não deixou de ter sua importância e só fez aumentar minha admiração por este clássico. Até o momento só conhecia a versão de 2012 adaptada para cinema e estava muito querendo ler.
Os Miseráveis trata-se de uma estória que ocorre em meados do século XIX, na frança, voltada a fatos históricos como a Revolução Francesa e a Guerra de Waterloo e, principalmente, Jean Valjean. Valjean, quando criança, foi um garoto que não teve a oportunidade de estudar, portanto não aprendeu a ler. Quando cresceu, tivera que trabalhar para sustentar sua irmã e os filhos dela. Em um ato de desespero, Jean Valjean é pego roubando um pão e, por consequência, acabara sendo preso - exatamente, por UM PÃO! -, condenado por 19 anos. E foi nas Galés que aprendera a ler.
Mais tarde, ao ser solto, Jean Valjean ainda carrega a amargura de sua vida sofrida - tornando-se um homem incapaz de chorar -, além de não ter notícias de sua família. Mesmo assim, percorre uma longa jornada e, na busca por abrigo e comida, é desprezado por todos, menos por uma pessoa. O bispo o ajuda, lhe dá comida e abrigo, e o mais importante: confiança. Sem dinheiro suficiente, Jean Valjean comente mais um erro, e esse ato poderá mudar sua vida. Foge da cidade onde estava, muda de nome e finalmente se torna um homem bom.
LIBERTAÇÃO NÃO É LIBERDADE; O FORÇADO SAI DAS GALÉS, MAS O PERSEGUIDO PELA CONDENAÇÃO.
Alguns anos depois eis que surge em sua vida a jovem Fantine que, abandonada por seu amado, tivera que criar sozinha sua filha. Naquela época era considerado um desrespeito perante a sociedade, algo contagioso uma mulher ter uma filha e ser mãe solteira. Simplesmente era desprezada. Foi então que deixou Cosette - com apenas 3 anos - aos cuidados da família Thérnadie. Precisaria fazer esse sacrifício para encontrar um trabalho.
Um tempo depois de ter conseguido um trabalho, Fantine estava sendo extorquida cada vez mais, justamente no momento em que acabara sendo demitida da fábrica por descobrirem a existência de sua filha. A partir daí tudo começa a piorar e Jean Valjean fica responsável por cuidar de Cosette. (Logo abaixo terá uma cena do filme que retrata isso, a qual eu confesso que chorei). E, durante esse período, surge mais um grande personagem: Marius Portmercy.
Um tempo depois de ter conseguido um trabalho, Fantine estava sendo extorquida cada vez mais, justamente no momento em que acabara sendo demitida da fábrica por descobrirem a existência de sua filha. A partir daí tudo começa a piorar e Jean Valjean fica responsável por cuidar de Cosette. (Logo abaixo terá uma cena do filme que retrata isso, a qual eu confesso que chorei). E, durante esse período, surge mais um grande personagem: Marius Portmercy.
Apesar desta obra ser escrita há muito tempo, é impossível não perceber que os fatos narrados são existentes ainda nos dias de hoje, como injustiça, egoísmo e mentiras. Além de revolucionários que vão às ruas em busca de justiça e melhorias. Diante desta leitura, ressalto apenas um ponto negativo: a leitura foi muito rápida. A estória me comoveu por haver tanta injustiça, tanta miséria e sofrimento. Definitivamente, era Os Miseráveis. O livro é bem resumido, e resumido de uma forma que pudéssemos compreender todo o enrendo, mas agora só espero a oportunidade de ler a obra completa.


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